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superação de Joanna Maranhão GILVANIA GOMES A nadadora pernambucana Joanna Maranhão, 22, depois dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, teve uma grande queda de rendimento e foi recuperando lentamente ao longo dos anos. No início de 2008, a nadadora revelou ter sido molestada na infância por um ex-treinador, com quem trava, hoje, uma batalha judicial. A atleta decidiu desabafar após fazer terapia psicológica. Superados os problemas nos treinamentos e as baixas marcas, a recifense participou de sua segunda Olimpíada, em Pequim, onde não chegou a nenhuma final. No começo deste ano, Joanna foi obrigada a trocar de clube por falta de patrocinadores. Ela deixou o Nikita Sesi/Português, do Recife, e foi para o Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte. Este mês, na Etapa de Moscou da Copa do Mundo de Natação, Joanna mostrou sua superação, ganhando duas medalhas de ouro, nos 200m Borboleta e 400m Medley, e uma de bronze. De quebra, o tempo conquistado nos 400m Medley, 4min26s98, é a melhor marca sul-americana da prova e a deixou bem perto do recorde mundial. Foto:
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